
Tendência é para continuar
As Euribor estão em queda há cerca de mês e meio e, desde o pico atingido em Outubro, já baixaram consideravelmente. A taxa a seis meses, a mais usada em Portugal como indexante dos contratos de crédito à habitação, já está abaixo dos 3,5%.
Naquela que é a 44ª sessão consecutiva de baixa, esta taxa situou-se nos 3,466%, o valor mais baixo desde Setembro de 2006. Já a taxa a três meses recuou para 3,376% e a taxa a 12 meses para 3,563%.
A descida das Euribor reflecte não só a melhoria das condições no mercado de financiamento interbancário, mas também os três cortes efectuados pelo Banco Central Europeu (BCE) na sua taxa de referência. Nos últimos três meses, a entidade monetária reduziu a taxa directora em 175 pontos base, dos 4,25% para os actuais 2,5%.
A Euribor, que demorou a reagir aos dois primeiros cortes, está agora a acelerar a sua aproximação da taxa de referência. O diferencial entre esta taxa directora e a Euribor a seis meses está agora em pouco menos de 100 pontos base. Um valor ainda elevado, apesar de as Euribor terem baixado mais do que a taxa directora.
A tendência, ao que tudo indica, é para continuar, até porque, segundo os economistas, vêm aí novos cortes das taxas de juro do BCE em 2009, havendo mesmo analistas que apontam para taxas na ordem de 1% ou menos, devido à recessão económica que atinge a Zona Euro.
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Euribor a seis meses já está abaixo dos 3,5%
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
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Benfica SAD reforça posição e passa a deter 10,8% do capital
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Já é titular de 1.628.121 títulos
O accionista Sport Lisboa e Benfica, SGPS, comprou 11774.265 acções da Sport Lisboa e Benfica-Futebol, SAD, conforme avança a mesma em comunicado emitido à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.
Estas aquisições foram feitas entre o dia 15 de Outubro e o dia 2 de Dezembro deste ano. Também foi feita uma doação de 70 acções.
Após estas transacções, a Sport Lisboa e Benfica, SGPS, passou a ser titular de 1.628.121 acções representativas do capital social da Sport Lisboa e Benfica-Futebol, SAD, correspondentes a 10,85% do capital social e dos direitos de votos.
As acções da SAD do clube vermelho e encarnado fecharam inalteradas nos 2,06 euros.
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Produção petrolífera do Brasil vai ultrapassar a da Rússia em 2014
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Reservas vão superar os 79,4 mil milhões de barris pelos russos em 2007
A produção de petróleo no Brasil em 2014 já deverá ter ultrapassado a da Rússia, conforme avança o consultor da Petrobrás, José Carlos Vidal.
De acordo com o consultor, citado pela «Gazeta Mercantil» e baseando-se em dados do ano passado, devido à descoberta do pré-sal, as reservas provadas de petróleo do Brasil vão superar os 79,4 mil milhões de barris pelos russos em 2007.
José Carlos Vidal não arrisca uma estimativa mas afirma, «não sabemos precisar qual será a produção, mas aquilo ali é uma imensidão».
«A cooperação é o ingrediente para aumentar as possibilidades de crescimento sustentável, principalmente nas condições do fundamentalismo do mercado».
«É preciso adoptar um paradigma de crescimento económico diferente do modelo que nos conduziu à crise actual», conclui.
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Juros nos 1,5% e petróleo nos 50 dólares no final de 2009
segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Descidas mais difíceis na Euribor
As taxas de juro na Zona Euro devem ir baixando progressivamente até atingir os 1,5 por cento no final do próximo ano, de acordo com as estimativas do BBVA.
«A nossa previsão é que as taxas de juro baixem para próximo dos 1,5% no final de 2009», afirmou o economista-chefe do banco, Julián Cubero, que esteve em Portugal para um debate sobre a situação económica europeia e perspectivas para os próximos anos.
No entanto, o especialista acredita que as descidas fortes para estes níveis se verifiquem «mais facilmente» na taxa decidida pelo Banco Central Europeu (BCE) do que nos juros interbancários (Euribor).
«Vai ser muito difícil voltar aos níveis de spreads que tínhamos antes de 2007», comentou ainda.
Já no que toca às matérias-primas, prevê também recuos, nomeadamente no preço do petróleo. «As previsões de agora são as que tínhamos há uns meses atrás: de 50 dólares por barril no final do próximo ano. Haverá uma estabilidade daqui até lá».
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Dólar em queda de olhos postos no receio da recessão económica
sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Dado de que a Zona Euro entrou em recessão divulgado há uma semana
O euro encontra-se neste final de semana a recuperar das quedas que sofreu nas passadas sessões e segue a avançar mais de 1 por cento face ao dólar.
A fragilizar a moeda norte-americana estão os receios da cada vez mais temida recessão.
A moeda única, embora a valorizar, já acumula uma queda de 13,5% desde o início do ano. O euro tem vindo a ser penalizado pela fragilidade económica da região.
Recorde-se que faz, esta sexta-feira, uma semana que foi divulgado que a Zona Euro entrou em recessão.
O euro segue, neste momento, a subir 1,03% e cada unidade vale 1,2588 dólares.
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Recessão no Japão já penaliza bolsas europeias
segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Apenas quatro títulos no verde
A bolsa de Lisboa inverteu novamente e regressou ao pessimismo. Os mercados europeus acordaram esta manhã com a notícia de que o Japão, a segunda maior economia do mundo, entrou em recessão.
No resto da Europa, o CAC recua 1,76%, o DAX a 1,37%, o IBEX 3,36% e o FTSE 1,34%. As praças europeias estão também a ser pressionadas pelo sector energético, numa altura em que o petróleo cai mais de 1 dólar.
Por cá, o PSI20 desliza 1,07% para os 6.504,24 pontos, com apenas quatro títulos no verde e as restantes no vermelho.
A liderar os ganhos está a Semapa ao valorizar 1,67% para os 6,68 euros, logo seguida do BPI ao somar 1,59% para os 1,60 euros. O banco de Fernando Ulrich alienou 39,2 milhões de acções do BCP, desde 30 de Setembro, detendo agora apenas 0,38 por cento.
De resto, a Portucel escala 0,38% para os 1,60 euros e a Galp Energia ganha 0,88% para os 8,58 euros.
Por outro lado, o BCP recua 2% para os 0,78 euros, enquanto o BES perde 2,56% para os 7,04 euros.
A maior queda é da Sonaecom que afunda 3,84% para os 1,05 euros. A EDP cai 1,01% para os 2,64 euros.
Nota para a Mota-Engil que desliza 0,04% para os 2,65 euros. De acordo com o «Diário Económico», os grandes projectos de investimento portugueses vão poder aceder a um novo fundo europeu e que conta com um montante de 1,2 mil milhões de euros.
Nos EUA, os mercados fecharam em baixa na sexta-feira, mas os futuros já apontam para uma abertura também em terreno negativo esta segunda-feira.
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Petróleo recua e chega aos 64 dólares em Londres
segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Crise continua a atormentar as expectativas em torno do consumo
Os preços do petróleo seguem a cair nos mercados internacionais, apesar das ameaças da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) em realizar novos cortes de produção.
Este é um sinal de que a crise financeira continua a atormentar as expectativas em torno do consumo do petróleo.
Em Nova Iorque, o crude de entrega para Novembro recua 73 cêntimos para os 67,08 dólares por barril.
Já em Londres, o brent de entrega para Novembro cede 1,22 dólares para os 64,10 dólares por barril.
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Américo Amorim admite ficar com posição da ENI na Galp
sexta-feira, 31 de outubro de 2008

E nega negociações com a Gazprom para a entrada na Galp
O empresário Américo Amorim manifestou intenção de comprar na Galp caso a italiana ENI, accionista de referência, esteja disponível para vender a sua posição, avança a «Lusa».
«Estaria interessado em comprar, mas reflectiria nesse momento», disse aos jornalistas à margem da conferência Lisbon Energy Forum.
No entanto, o empresário diz não ter conhecimento sobre qualquer intenção da Eni em abandonar o capital da Galp, atribuindo as afirmações do presidente executivo da Eni, Paolo Scaroni, nesse sentido a «palavras de circunstância».
Quanto às relações com a ENI, Américo Amorim afirmou que «são boas». «Temos tido uma coordenação forte e temos resolvido pontos de vista diferenciados sem qualquer problema», acrescentou.
Américo Amorim sublinha que continua «muito satisfeito» com a sua participação na Galp, onde detém 33,34%, e encara a desvalorização bolsista como «pontual».
O empresário negou ainda negociações com a Gazprom para a entrada na Galp. «Não estamos nem num, nem noutro caso [entrada da Gazprom no capital da Galp Energia ou enquanto fornecedora de gás natural]. Estamos apenas a manter uma relação e vamos trocando impressões», afirmou Américo Amorim
«Quando houver negociações concretas anunciamos», acrescentou.
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Petróleo sobe com corte de taxas de juro
quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Brent vale 66,68 dólares por barril
O preço do petróleo está a subir pelo segundo dia consecutivo com a especulação de que o corte de taxas de juro, por parte da Reserva Federal norte-americana (Fed) e da China, alimentem a recuperação económica, aumentando assim a procura por combustíveis.
O petróleo está perto de registar a maior subida de dois dias seguidos em mais de um mês depois dos dois países que mais gastam energia terem baixado os seus juros.
Em Nova Iorque, o crude custa mais 1,48 dólares para os 68,98 dólares por barril. Em Londres, o IPE Brent, petróleo de referência para a Europa, vale mais 1,21 dólares para os 66,68 dólares por barril.
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EUA podem hoje baixar juros para 1%
quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Juros estavam nos 5,75% há cerca de um ano atrás
A Reserva Federal norte-americana (Fed) pode baixar as taxas de juro esta quarta-feira para os 1 por cento e ainda deixar antever novas descidas para os níveis mais baixos desde há quatro décadas.
A forte queda que se tem verificado recente nos preços do mercado de valores e o baixo consumo estão a abrandar a inflação. Este é um motivo de preocupação, pelo que a Fed poderá hoje baixar os juros em meio ponto percentual.
De referir que os juros estavam nos 5,25% há cerca de um ano atrás e face à crise financeira e às suas consequências, esta instituição tem vindo a baixá-los desde então.
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Razia nas bolsas em todo o mundo com Lisboa a afundar 5,6%
segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Sexta-feira negra eleva perdas deste ano para 54%
Foi a razia total nas bolsas em todo o mundo, com a multiplicação dos sinais de recessão. Além disso, as indicações de que a crise europeia vai durar mais do que a vivida do outro lado do atlântico levou toda a Europa ao descalabro, em mais uma sexta-feira «negra».
Lisboa não fugiu ao pessimismo. O PSI20 derrapou 5,63 por cento para os 5.9666,65 pontos, tendo mesmo negociado esta sessão em mínimos desde Agosto de 2003. Ao todo a bolsa nacional já acumulou perdas de 54% ou mais de 50 mil milhões de euros desde o início do ano.
14 títulos fecharam a perder mais de 4% em Lisboa
Na restante Europa, as perdas abrandaram um pouco no fecho. As descidas oscilaram entre os 3,54% da bolsa francesa e os 5,60% da praça inglesa. O IBEX espanhol cedeu 5,20% e Frankfurt recuou 5,27%, depois de esta sexta-feira ter sido anunciada uma possível recessão na economia britânica. O Produto Interno Bruto (PIB) daquele país recuou 0,5% no terceiro trimestre, o que significa a primeira contracção em 16 anos.
A verdade é que as más notícias continuam a amedrontar os mercados e a estremecer a confiança dos investidores.
Em Lisboa, todas as acções saíram a perder, num dia em que 14 títulos fecharam a tombar mais de 4%.
JM liderou quedas
A liderar as quedas ficou a Jerónimo Martins que derrapou 11,98% para os 3,21 euros. A retalhista chegou esta manhã a cair quase 16%, para mínimos de um ano.
No sector financeiro, o BES recuou 2,63% para os 7,40 euros, o BCP desceu 3,10% para os 0,90 euros, depois de ter também atingido um mínimo histórico nos 0,85 euros, e o BPI tombou 4,29% para os 1,65 euros, tendo também tocado em mínimos de Abril de 1997, nos 1,58 euros. Recorde-se que o banco liderado por Fernando Ulrich ainda vai apresentar hoje os seus resultados relativos aos nove primeiros meses do ano.
Na energia, a Galp, que comemorou hoje dois anos desde a sua estreia em bolsa, desvalorizou 7,36% para os 6,48 euros, tendo também fixado um mínimo de Novembro de 2006 nos 6,35 euros. A petrolífera está a acompanhar as fortes descidas do petróleo nos mercados internacionais.
Ainda no sector, a EDP caiu 5,35 para os 2,35 euros e a REN desceu 3,78% para os 2,44 euros.
EUA seguem com descidas de 2%
Nas telecomunicações, a Portugal Telecom (PT) caiu 8,57% para os 4,70 euros, depois de já ter estado a negociar no valor mais baixo desde Fevereiro de 2003 nos 4,71 euros.
Também a Zon Multimédia derrapou 5,64% para os 3,81 euros e a Sonaecom afundou 4,58% para 1,27 euros.
Nos Estados Unidos, as bolsas norte-americanas seguem a cair mais de 2%, depois dos resultados de empresas do sector automóvel e tecnológico terem aumentado os temores em torno da crise financeira.
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Manhã negra para a bolsa com JM e banca a penalizar
sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Com todos os títulos no vermelho
Manhã negra para a bolsa em Lisboa que abriu a sessão a cair mais de 2,5% e segue agora a derrapar 3,78% para os 6.083,55 pontos, com todos os títulos no vermelho.
Uma tendência seguida pelas restantes praças europeias. Também as praças asiáticas fecharam a cair com perdas na ordem dos 10%.
Os resultados de algumas empresas que ficaram abaixo das estimativas e o receio de uma recessão mundial continuam a assombrar o mercado de capitais.
Por cá, a liderar as quedas está a Jerónimo Martins que derrapa 8,56% para os 3,34 euros.
Cartão vermelho também para a Galp Energia que cai 4,86% para os 6,65 euros. O valor das acções da petrolífera estão a cair para o nível da oferta pública de venda, quase anulando os ganhos dos dois anos depois da sua estreia em bolsa.
Destaque ainda para banca, com o BES a derrapar 6,18% para os 7,13 euros, o BPI a desvalorizar 4,92% para 1,64 euros e o BCP a perder 3,31% para os 0,90 euros. O banco de Fernando Ulrich vai apresentar esta tarde os resultados do terceiro trimestre e os analistas esperam uma queda dos lucros destes três maiores bancos para cerca de metade.
Na construção, os ânimos não são melhores, isto depois do Governo ter admitido que iria adiar a construção de auto-estradas. As dificuldades de financiamento das concessionárias são a justificação alegada pelo Executivo. A Teixeira Duarte perde 5,57% para os 0,69 euros e a Mota-Engil derrapa 4,78% para os 2,44 euros.
Também a Brisa derrapa 3,78% para os 6,02 euros.
Na energia, a EDP cai 2,21% para os 2,43 euros, a EDP Renováveis derrapa 3,50% para os 3,94 euros e a REN desvaloriza 2,21% para os 2,43 euros.
Na Europa, o FTSE cai 3,94%, o CAC desvaloriza 5,13%, o DAX perde 5,13% e o IBEX derrapa 4,47%.
Nos Estados Unidos, a sessão fechou ontem no verde, com o Dow Jones a ganhar 2,02% e o Nasdaq a valorizar 0,17%.
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Euro em queda livre para mínimos de 2 anos
quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Nos 1,283 dólares
A moeda única europeia está em queda livre e a cotar em mínimos de dois anos com a perspectiva de que o Banco Central Europeu (BCE) baixe outra vez as taxas de juro antes do final deste ano.
O euro está assim em mínimos desde Novembro de 2006 e já perdeu 20 por cento desde o seu máximo em Abril, nos 1,599 dólares. O medo de que as principais economias, incluindo a europeia, entrem em recessão é o que tem motivado os recuos da moeda única.
Depois de ontem ter caído 2%, hoje perde 1,7% para os 1,283 dólares.
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Mexia mantém-se satisfeito com IPO da EDP Renováveis
terça-feira, 21 de outubro de 2008

Apesar da conjuntura económica e dos mercados
O presidente da EDP, António Mexia, mantém-se satisfeito com o momento em que a unidade de renováveis entrou em bolsa, apesar da conjuntura internacional e da forte queda dos mercados.
«Não tenho dúvidas (que foi num bom momento), garantimos financiamento e estamos a entregar tudo aquilo com que nos comprometemos», disse o presidente da EDP aos jornalistas, à margem do VII Fórum de Energia, promovido pelo «Diário Económico».
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Petróleo sobe com possível corte de produção da OPEP
segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Crude nos 73,16 dólares
Os preços do petróleo seguem a ganhar nos mercados internacionais, perante a probabilidade de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) vir a decidir-se por um corte «substancial» da produção petrolífera na reunião de emergência da próxima sexta-feira, em Viena.
«Haverá uma redução na produção na próxima reunião extraordinária da OPEP, e terá que ser substancial para equilibrar bem a oferta e a procura», disse o actual presidente da organização, Chakib Khelil.
Em Nova Iorque, o crude de entrega para Outubro avança 1,31 dólares para os 73,16 dólares por barril.
Já em Londres, o Brent de entrega para Novembro soma 95 cêntimos para os 70,55 dólares por barril.
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Euro recua com manutenção do receio de recessão
sábado, 18 de outubro de 2008

Vencedor do prémio Nobel da Paz diz que esta crise vai durar entre 18 e 36 meses
A moeda única está a desvalorizar face ao dólar. O receio de que as economias, um pouco por todo o mundo, entrem em recessão continuam a assombrar o euro.
Por outro lado, o economista e prémio Nobel da Paz, Muhammad Yunus, diz que os próximos quinze dias serão cruciais na resolução da crise financeira, que previu durar pelo menos até 2010.
De acordo com as contas de Muhammad Yunus, esta crise vai durar entre 18 e 36 meses.
O euro recua 0,07% para os 1,3470 dólares.
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Euro recua face ao dólar com novos receios na Europa
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Anula subidas das últimas sessões
O euro segue a perder face ao dólar devido aos novos receios de que os planos para «salvar» o sistema financeiro não sejam suficientes para evitar uma recessão.
A verdade é que a moeda única está hoje a corrigir dos ganhos acumulados nas últimas sessões, altura em que seguia impulsionada pelos planos coordenados avançados pelos líderes do Eurogrupo para fazer frente a actual crise que se vive. Os novos temores inverteram esta tendência.
Esta quarta-feira, a moeda única europeia segue a perder 0,1% para os 1,3458 dólares, depois de já ter oscilado entre um mínimo de 1,3358 dólares e um máximo de 1,3476 dólares.
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Bolsa nacional escala 5% depois de Ásia registar ganhos recorde
terça-feira, 14 de outubro de 2008

Mercados animados com expectativas de novos dados nos EUA
A praça nacional começou a sessão desta terça-feira a negociar em terreno positivo, em linha com as restantes praças do velho continente, em mais um dia de recuperação, depois de ter sido avançado que os governos europeus e norte-americano acordaram comprar posições nos bancos para evitar mais falências no sector financeiro.
O índice de referência PSI20 já acentuou ganhos e segue a disparar 5,02% para os 7.269,15 pontos, depois de ontem ter chegado a subir mais de 10%. Todos os títulos negoceiam por esta altura em terreno positivo.
Na restante Europa, os ganhos variam entre os 2,95% da bolsa espanhola e os 4,52% da praça inglesa, em mais um dia de recuperação. A ajudar a este cenário estão as expectativas de que surjam hoje novos dados nos Estados Unidos para conter a crise.
Na Ásia, o dia também foi marcado pelo optimismo. A bolsa de valores de Tóquio fechou a valorizar 14,15% no índice Nikkei, a maior de sempre na história da instituição, enquanto o Topix somou 13,55%. Já o MSCI Ásia Pacífico trepou 9,3%, a sua maior valorização desde 1998.
Por cá, a liderar os ganhos está a Altri que escala 18,76% para os 2,12 euros, logo seguida pelas empresas da família Azevedo. A Sonae Indústria progride 15,62% para os 2,13 euros e casa mãe, Sonae SGPS, avança 14,17% para os 0,59 euros. Também a Sonaecom trepa 8,61% para os 1,45 euros.
Destaque para a banca. O BPI soma 5,26% para os 2,08 euros, o BCP valoriza 3,84% para os 1,08 euros e o BES ganha 1,95% para os 8,36 euros.
Nos restantes pesos pesados, a EDP sobe 6,07% para os 2,69 euros e a Portugal Telecom avança 4,72% a valer 5,87 euros.
Nos Estados Unidos, os mercados fecharam ontem a ganhar. O Dow Jones subiu 11,08% e o Nasdaq avançou 12,58%.
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Euribor reagem finalmente a plano anti-crise com forte queda
segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Acordo entre países da Zona Euro já está a surtir efeitos
O acordo alcançado entre os países da Zona Euro, para refinanciarem a banca e devolverem a estabilidade aos mercados financeiros, está a resultar. As taxas Euribor estão finalmente a reagir e seguem esta segunda-feira em forte queda.
A taxa a seis meses, a mais usada em Portugal como indexante dos contratos de crédito à habitação, caiu para os 5,367%.
Mas também as taxas com outras maturidades estão a recuar mais de 1%.
Com esta redução, as taxas comerciais e interbancárias começam finalmente a reduzir o diferencial face à taxa de referência do Banco Central Europeu (BCE), que foi recentemente cortada em 50 pontos base para 3,75%.
(Notícia em actualização)
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Plano anti-crise: banca europeia já está em forte recuperação

Acordo de acção concertada na Zona Euro já dá frutos
O acordo alcançado entre os países da Zona Euro para garantir a estabilização do sistema financeiro, que deverá levar os vários Estados a aprovarem planos individuais até 4ª feira, está já a surtir efeitos. As acções dos principais bancos europeus estão em forte recuperação nas bolsas.
Na vizinha Espanha, o Bankinter é quem apresenta a maior recuperação (10,1%), seguido do BBVA e do Santander, com ganhos de 8,2% e 7,9%, respectivamente.
Também o Banesto e o Banco Popular estão com subidas acima dos 5%.
Em Londres, a notícia de que o Governo britânico vai nacionalizar parte do capital de três dos maiores bancos do país, está também a agitar as águas. Um deles é o Lloyds, cujas acções sobem 8,5%. Também parcialmente nacionalizados foram o HBOS e o Royal Bank of Scotland (RBS) e aqui é que as notícias não são tão boas. O RBS perde 5,7% após um aumento de capital de 20 mil milhões e o HBOS cai 15,5% depois de o Lloyds ter reduzido a sua oferta pelo banco.
Já o Barclays, que acaba de anunciar um aumento de capital de 6.500 milhões de libras (8.145 milhões de euros), sem querer recorrer às ajudas estatais, segue em alta de 12,2%.
Nota ainda, na Alemanha, para o Deutsche Bank, a valorizar-se 13,4%, em França, o Crédit Agricole avança 7,5% e o BNP Paribas 6,5%.
Em Itália há também boas recuperações. É o caso do San Paolo, que trepa 10,6%, e do Unicredit, a ganhar 5,4%.
Em Portugal, os bancos são também dos títulos em recuperação: o BCP ganha 8,06%, o BES 4,39% e o BPI 10,67%.
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